Thursday, October 16, 2008

A flauta.

Nas primeiras noites, pensei que era um CD. Só com flauta. Doce que ecoa nas traseiras dos prédios. Esta noite, percebo e tenho a certeza que alguém, no prédio, toca flauta. Doce que ecoa no imenso silêncio das traseiras. Enquanto os cães estão calados, enquanto não oiço nem as televisões dos vizinhos. Enquanto fico no silêncio, a flauta atrai. E aproveito para pensar que há tantos caminhos. Agora, acho que a flauta foi dormir.

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