Hoje quando voltava para casa de táxi, com a Susana e o Lazlo que estão de visita, encontrei no chão do táxi um postal de NY escrito por um Eddie e que nunca vai chegar à sua amiga. Nunca, não sei. Para já, ficou ali perdido. O postal, daqueles que se abre ao meio, tinha na frente duas fotografias de NY, uma antiga a preto e branco, outra a cores actual. Dizia o Eddie, lá dentro, que o postal o fazia lembrar a ela (a amiga, não escreveu o nome) e que servia para mostrar que ele não a esquecia. Terminava a dizer que gostava de se lembrar dela a dançar. Deixei o postal no banco do táxi. Não sei se por achar que o Eddie ainda o vai encontrar. Tenho passado estes dias com táxis na minha cabeça, perder, achar, encontrar. Lost and found e cabs. Quando achei hoje este postal, achei que tinha alguma razão. Por vezes, é preciso perder para encontrar.
Thursday, October 23, 2008
taxi.
Hoje quando voltava para casa de táxi, com a Susana e o Lazlo que estão de visita, encontrei no chão do táxi um postal de NY escrito por um Eddie e que nunca vai chegar à sua amiga. Nunca, não sei. Para já, ficou ali perdido. O postal, daqueles que se abre ao meio, tinha na frente duas fotografias de NY, uma antiga a preto e branco, outra a cores actual. Dizia o Eddie, lá dentro, que o postal o fazia lembrar a ela (a amiga, não escreveu o nome) e que servia para mostrar que ele não a esquecia. Terminava a dizer que gostava de se lembrar dela a dançar. Deixei o postal no banco do táxi. Não sei se por achar que o Eddie ainda o vai encontrar. Tenho passado estes dias com táxis na minha cabeça, perder, achar, encontrar. Lost and found e cabs. Quando achei hoje este postal, achei que tinha alguma razão. Por vezes, é preciso perder para encontrar.
Subscribe to:
Post Comments (Atom)

No comments:
Post a Comment